sábado, 9 de abril de 2011

Citações goreanas.



Na categoria: Aprendendo e ensinando, GOR, Pesquisa por RickReymond — Comentar25/10/2010
Seguem algumas pequenas citações da Série Goreana:

“Beleza e inteligência são coisas boas e desejáveis, mas a melhor escrava é a que ama mais intensamente.” (Magicians of Gor)

“Ela está presa pelo mais forte de todos os laços que é o do amor” (Mercenaries of Gor)

“O Master Goreano deseja mais do que a submissão da escrava, mais do que simplesmente seu corpo. O Goreano se satisfaz com nada menos do que toda a escrava. Ele irá te possuir, corpo e mente, coração e alma. Nada a menos que isso é aceitável.” (Savages of Gor)

“A maioria das escravas anda orgulhosamente. Ela tem orgulho de sua escravidão. Elas aprenderam sua feminilidade. Isso as foi ensinado. Creio que elas sejam as mais verdadeiras e as mais livres das mulheres.” (Tribesmen of Gor)

“Mais real que a lei é o coração” (Tribesmen of Gor)

“Apenas usando a coleira, uma mulher pode ser realmente livre” (Tribesmen of Gor)

“Talvez o mundo apenas fale a aqueles que estão preparados para ouvir” (Beasts of Gor)

“É muito comum que os calmos e inocentes sejam exterminados. Nisso há uma lição: que não é prudente se ser calmo demais, nem inocente demais. Não se sobrevive entre lobos se tornando um cordeiro. Isso seria só um atalho para a destruição” (Savages of Gor)


“E talvez, deva-se ser racional, sem se ser fraco. Na verdade, a fraqueza não é a maior irracionalidade?” (Beasts of Gor)

“Homens fortes simplesmente precisam de mulheres. Isto é algo que os fracos jamais entenderão. Um homem forte precisa de uma mulher a seus pés que seja verdadeiramente dele. Menos do que isso nunca o satisfará.” (Explorers of Gor)

“O mundo não pode ser um lugar solitário se houverem duas pessoas que sejam amigas” (Beasts of Gor)

“As mentiras mais perigosas são as que contamos para nós mesmos” (Vagabonds of Gor)

“Como alguém pode saber a resposta para uma pergunta que não ousa fazer?” (Explorers of Gor)

“Embora sua colocação pode legalmente efetivar a escravidão, elas são, em última instancia, por si próprias, emblemas de escravidão e não devem ser confundidas com a própria realidade. Assim, a escrava sem coleira não é uma mulher livre, mas sim, uma escrava que naquele momento não tem a coleira de um dono. Da mesma maneira, uma escrava ainda é uma escrava, mesmo que, por um passe de mágica, sua marca pudesse desaparecer, ou se por ter sido escravizada de outra maneira, ainda não foi marcada.”

(Renegades of Gor)



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Algumas… Dicas sobre Gor.( Filosofia e Comportamento )




Na categoria: Aprendendo e ensinando, Culturas interessantes, GOR, Pesquisa por RickReymond — 1 comentario24/10/2010
Mulheres Goreanas

A felicidade do Master deve estar em primeiro lugar, porque esse é o motivo da existência da mulher goreana, e mesmo que o sol não brilhe naquela manhã, seu corpo feminino e sexual o fará, a mulher goreana é feita de luz, luz da feminilidade, da delicadeza, da educação e acima de tudo da honra e privilegio de estar ali servindo e trazendo paz.


Filosofia e Comportamento


O Goreano em geral respeita muitas coisas de modo muito pessoal e de forma mais intensa. Talvez o mundo fale somente para aqueles que estão dispostos a ouvirem, ele é o que mais esta apegado as raízes naturais do verdadeiro homem em sua essência instintiva .

O homem pensa da Terra do mundo como sendo essencialmente morto; o Goreano pensa do seu mundo como sendo essencialmente vivo.Ele cuida de seu mundo, que é seu amigo, ele não teria o cuidado de matá-lo.

Goreanos acreditam na honestidade, na lealdade e valor da verdade, e no combate para a sobrevivência destes valores : para se ter uma idéia para um Goreano, a vida sem honra é um destino muito pior do que a morte em si.

Goreanos também consideram muito naturalmente que os homens nasceram livres, e as mulheres, nasceram para serem suas escravas. Mesmo em companheirismo, é muitas vezes filiação e de aliança política que determinam a adequação da mulher.

Na mitologia Goreana diz-se que havia uma vez uma guerra entre homens e mulheres e que as mulheres perderam, e que o sacerdote-Kings, não querendo as mulheres mortas, as fez bonitas, mas com o preço do presente decretou que elas, e suas filhas, até o fim dos tempos, seriam os escravas dos homens ….
— Dancer of Gor —

Esta crença não é de modo algum uma indicação de que o homem Goreano não gosta das mulheres, ao contrário, a Ele, que é simplesmente um fato da natureza que o homem é a espécie dominante e que a mulher não é. A filosofia é simples ; Que não implica nenhuma malícia e é transportada em matéria de fato tanto por homens como por mulheres que são nativas de Gor. A escravização de mulheres é uma realidade cotidiana e aleatoriamente aceita.

- Em GOR existe SAFE WORD?

GOR é uma relação D/s, e não SM. O SM (sadomasoquismo) envolve necessariamente a dor como forma de se encontrar satisfação. GOR, por ser uma relação de Dominação e submissão (D/s) vai se preocupar mais com a entrega, a servidão, o acatamento das ordens do Dominador pela submissa. A dor não é necessariamente parte de uma relação Goreana. Sendo assim, GOR a princípio não tem SAFE WORD.

obs: A mulher se entrega ao mestre confiando e sabendo que certos ” castigos ” lhe serão aplicados como uma forma de prazer ( se não para sí mas prazer à seu mestre), que é o objetivo e motivo da existência da mulher goreana . ” servir ao seu senhor , dono e mestre”.


– GOR é uma forma de BDSM?


A sigla BDSM nasceu da combinação e superposição de três outras siglas:

B&D = Bondage and Discipline

D&S = Domination and Submission

S&M = Sadism and Masochism

Assim, ao invés de termos a sigla BDDSSM, simplificou-se, deixando as letras que se sobrepõem implícitas na sigla.

A relação entre Mestre e kajira é uma forma de Dominação e submissão. GOR, então, se encaixa no BDSM da mesma forma que uma D/s comum. Mas é importante lembrar, que GOR além da relação D/s, é também uma filosofia, e não termina no campo do fetiche.


GOR é uma filosofia machista?


A Filosofia de John Norman é baseada na questão da essência e das naturezas de gênero. Nesse pensar, mulher e homem tem papeis naturais definidos. O machista em geral considera-se superior. Já para o Goreano, o homem é Dominante e a mulher Submissa, mas a Dominação e a Submissão são complementares. A idéia de que Dominar é superior a submeter-se é meramente cultural. A superioridade está em se encaixar no seu papel mais essencial.

Os Goreanos vêem o homem como Dominador. As Rainhas FemDom vêem a mulher como dominadora. Assim como a forma de pensar FemDom deve ser aceita e respeitada, também GOR merece o mesmo respeito. Dessa forma, e só dessa forma, existe a verdadeira igualdade.

- Porque GOR é tão polêmico?


Como tudo que é novo, GOR assusta, divide opiniões e causa polêmica. No Brasil, há dois anos atrás pouco se falava em GOR. Hoje em dia já existem muitos sites e blogs brasileiros que tratam desse tema. Mas a verdade é que apesar de muitas pessoas se interessarem por GOR, poucas se preocupam em ir fundo nas leituras e aprender o que realmente é Goreano e o que não é. Isso abre espaço para que algumas pessoas se utilizem do termo Goreano sem compreender as implicações da Filosofia. A grande maioria das criticas que ouvi a respeito de GOR, se desfariam com uma leitura bem feita ou uma pesquisa embasada.

No mais, a idéia do Homem como Dominador natural, de forma estruturada e como Filosofia não é algo com o que todos concordem. De qualquer forma, a liberdade de expressão e o respeito por todas as formas de BDSM deve sempre prevalecer. GOR não é para todos, certamente. Mas é para alguns e estes, nos quais me incluo, encontram nessa Filosofia sua forma de compreender as relações humanas e a satisfação de seus desejos mais essenciais.

Pessoas que se utilizam de GOR e do BDSM em geral para justificar interesses pessoais que não se enquadram em nossos estilos de vida, sempre existirão. É importante saber separar quem é responsável de quem não é. Sem dúvida, a melhor arma para isso é a informação.

Passagens colhidas de Well Wishes

e outros em pesquisa .


Edição , imagens e vídeo: Rick Reymond



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Deveres e Direitos de uma escrava (Kajira) Goreana:




O mundo de Gor é um mundo de ficção científica / fantasia criado por John Frederick Lange, professor de filosofia do Queens College em Nova York sob o pseudônimo de John Norman.

Este mundo é uma realidade diferente da terra e tem como objetivo oferecer uma visão de mundo de John Norman, que é, é mais ou menos compartilhados por aqueles que se identificam como Goreans (Seguir ou não a filosofia é ordem de cada um).

Neste mundo ficcional de escravidão é uma prática normal e, muitas vezes as mulheres são capturadas e levadas à condição de escravas. escravos Gorean são chamados kajiras, que é simplesmente a palavra da língua Gorean para escravo.

Não se pede não se compra em algumas vezes senhores vendem suas escravas ou doam por ja não mais o servirem ou simplesmente são capturadas e levadas a força.

Antes de discutir as obrigações de uma kajira Gorean é importante observar quatro pontos que separam kajira, kajira Gor, da Terra. (Diga-se RL)

• Em Gorean escravidão é uma instituição social, por isso um dos kajira Gor pode ser e geralmente é, escravizados contra a sua vontade, enquanto a terra em uma kajira é por escolha, de consciência ou da natureza.
• Uma mulher Gorean, mesmo uma mulher livre é educado para saber tudo o que uma kajira deve saber todas as formas de servir e agradar a Deus. Isso ocorre porque há sempre a possibilidade de Gor que uma mulher livre é capturado e escravizado.


• Uma mulher tem a liberdade de ser plenamente sua feminilidade no sentido de que não se espera que entrem em concorrência com os homens ou tentar substituí-los. Ela tem a liberdade de ser mulher, sem as pressões típicas da cultura ocidental na Terra.

• Uma kajira de Gor é livre para viver sua sexualidade, sem qualquer forma de limitação ou prejuízo, isso é inerente ao estatuto de kajira como a completa ausência de direitos e, claro, acompanhado de uma completa ausência de vergonha ou timidez.

Essas diferenças devem estar na mente do Senhor dos Gor desde que lutando com as limitações de sua kajiras, não no sentido de que deve ser dispensado a funcionar plenamente em sua condição, mas deve ser uma preocupação em um livro de ajuda com amor, paciência e determinação para superar essas limitações.

Apesar destas diferenças podem ser atribuídas várias semelhanças entre as obrigações do kajiras de gor e as da Terra , podem ser divididos em três categorias:


-obrigações com o seu Senhor;

-obrigações Goreans outros estão livres ou não,

- deveres para com a filosofia Gorean..

As obrigações com o seu Senhor, e sempre deve ser, a principal preocupação de uma kajira, e que o seu Senhor, deve todo o respeito e medo e que precisa de uma boa exibição no primeiro lugar.


Estas obrigações são:

• obediência incondicional.. Sem reservas de manipulação, tentada ou preconcebido.

• Disponibilidade total. A vontade do Senhor deve ser colocado acima das outras obrigações.

• Procurar o mais completo e total bem-estar do seu Senhor. Este deve ser o objetivo da existência da kajira e sua maior preocupação. Uma kajira nunca pode mentir para o seu Senhor, ou permitir este padrão para formar uma idéia errada sobre os limites das suas competências e conhecimentos.
• Tenha em mente o seu estatuto como um mestre para agir em conformidade.

• Saber quando e como declarar seus pontos de vista de uma maneira que não prejudiquem a transparência ou o comportamento adequado em uma kajira.
• Seja gentil com todos os sentidos do seu Senhor, visão, audição, olfato, paladar, tato e inteligência. Esta obrigação não é limitada a quando na presença de seu Senhor, mas deve ser um estado permanente na kajira, parte de sua natureza.
• Assegurar, na medida das suas competências e possibilidades, uma atmosfera amigável para todos os sentidos do seu Senhor.
• Desenvolver habilidades e competências nas áreas acima mencionadas.
• Entender que a falta de habilidade ou competência não deve ser usado como uma desculpa para a falta de cuidado, atenção e dedicação.
• Assumir a responsabilidade por seus erros e aceitar a punição, resultando em sua apresentação.

• Respeitar as regras e liturgias definida pelo seu Senhor.

• Preservar a imagem a honra do seu Mestre na frente dos outros através de uma performance impecável.

• Preservar a imagem da honra e forma física ao fazer frente com Seu Mestre e outros numa performance impecável.

• Mantenha os cuidados de seu mestre como de sua própria vida e como uma maneira de estar em sempre em melhores condições para servir o Seu Senhor.

Obrigações de uma kajira são: Em relação a Outros livres, os Senhores Goreans, Mulheres livres Gorean BDSM, Femdom sexo Qualquer Obrigações kajira.

• Mostre respeito primeiro aos senhores do Gor, então Gorean mulheres livres.

• Respeitar sua primeira senhora do Gor, Gorean livres então Mulheres.

Esta ordem representa a hierarquia dentro do mundo Gorean e deve ser respeitado.

Isso representa ordem do mundo na hierarquia dentro Gorean e DEVE ser respeitado.

Se há membros do conselho de qualquer líder do grupo Gorean estas devem ser respeitadas acima de outros senhores Goreans presentes, com excepção dos respectivos proprietários.

Finalmente, uma kajira tem um último conjunto de direitos, como resultado da sua obrigação de ser sempre agradáveis em seu comportamento :
• educação, cortesia e da convivência. • educação, cortesia e da coexistência.

• Disponibilidade para o ensino de posições, técnicas e aspectos litúrgicos, quando conhecido. • DISPONIBILIDADE de ensino ou de Posições, técnicas e aspectos litúrgicos, quando conhecer.

• Humildade e vontade de aprender posições, técnicas e aspectos litúrgicos, estar na companhia de uma kajira, mais experientes.

• Boa vontade de aprender e humildade, Posições, técnicas e aspectos litúrgicos .

As listas acima não pretendem ser exaustivas, nem são um conjunto de regras a ser lembrada e repetida, são apenas para orientação sobre o que procurar em si kajiras recordando sempre que estar kajira é um processo de crescimento constante e não uma estado cristalizado.

Eles também são para a orientação sobre o que esperar e como treinar uma kajira com amor, paciência e firmeza, buscando sempre evitar o comportamento arbitrário que desonra o nome ou a filosofia Gorean. Como treinar uma kajira com amor, paciência e firmeza, procurando evitar a dês honra ou comportamento arbitrário em nome dafilosofia Gorean.


Reedição por Rick Reymond retirado de Master Navall

Black Angel



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sexta-feira, 8 de abril de 2011

CONHECENDO O CAMINHO GOREANO:



Conheci Gor como a grande a maioria dos praticantes e admiradores da filosofia Goreana no Brasil, através do mundo BDSM, onde praticava D/s, embora não satisfeita com as relações DOM/sub. Após ter o primeiro contato com essa nova (ou será muito antiga?) forma de pensar e viver me identifiquei imediatamente, de corpo e alma, descobri que nasci kajira e só conheceria o prazer e a felicidade após assumir como estilo de vida. Comecei a buscar informações na internet mas tem poucas coisas, infelizmente não existem livros traduzidos no Brasil o que dificulta a divulgação. Tento não ferir direitos autorais, vou caminhando e aprendendo a cada dia com quem sabe mais.... Tudo que se pesquisa sobre Gor está ligado a direitos autorais e como não tenho nenhum objetivo comercial com este blog sempre citarei a fonte de pesquisa. Embora o movimento Goreano no Brasil esteja ainda muito ligado ao BDSM, existem grupos em luta para se organizar e isso é muito bom, principalmente em São Paulo. Moro no Rio de Janeiro e meu sonho é um dia visitar Alkania... No mundo inteiro Gor é praticado de diversas formas, sendo a virtual a mais comum e com algumas particularidades, pois aqui no Brail se inclui práticas SM, que não pertencem a Gor, porém foram incorporadas nesse sincretismo tão característico do brasileiro. MASTERS GOREANOS , na sua maioria, são sádicos e continuam suas práticas SM como é o caso do MASTER FALCON, à quem pertenço.
Para quem ainda não conhece a filosofia e o mundo Goreano podemos dizer que se originou da inspiração e pesquisa do escritor John Norman (pseudónimo) ,autor de uma série de 26 livros de ficção sobre o planeta denominado GOR e qualquer referencia ao seu trabalho deve ser encaminhado a Gor Magazine Caixa Postal 9, Flushing New York 11358.
Comentários, sugestões e tudo que acrescente informação e eventos com relação à cultura Goreana fiquem a vontade em postar sua manifestação pessoal. Teremos uma página só para eventos Goreanos e também de práticas BDSM, afinal não temos preconceitos.
Espero que apreciem a leitura, sejam muito bem vindo(a)s !

I wish you well
hariel, kajira pleasure slave of MASTER FALCON, WARRIOR OF GOR

segunda-feira, 7 de março de 2011

Contos Goreanos - Cap IV - Noite em Alto Mar


Amava o mar, e isso era latente em todo nortenho. O cheiro da maresia que invadia as narinas e fazia sorrir sem aviso. As velas eram içadas e o vento começava a impor o sabor da navegação. Tobyr e Locke se dividiam nas tarefas de tripulação, recolhiam ancoras, buscavam os baldes de água, limpavam o convés. Avaliavam o caminho que a embarcação começava a seguir. Draco escutava a resposta de que a menina não fora vista. Era um bem que desaparecia.
- Locke, vc ficou de vigilia durante a noite, houve algum ataque ou movimento para fora do barco?
O homem parava na proa
- Não meu Jarl.. nada que eu pudesse ter visto. A noite fora tranquila..
Draco erguia-se entregando a caneca de blackwine vazia para kalandra, seguia para dentro das cabines, abrindo porta por porta para tentar encontrar a menina. A mulher não poderia sumir do nada.
- Tibor.. olhe ao redor.. veja se a menina do sul caiu do barco.. se está afogada de algum jeito..
O homem escutava, pegava o remo começando a mexer na água ao redor do barco procurando por vestigios da menina loira.. Draco voltava-se para kalandra. - Ajude a procurar menina... a menina do sul não pode ter desaparecido sozinha.


Kalandra arqueava a sombrancelha , talvez a menina tivesse feito por fim algo de util e partido por conta própria. Kalandra suspirava e num movimento claro de impaciencia levantava com a bandeja na não, passava pelos homens e descia as escadas rumo a pequena e improvisada servery do barco. Começava a procura por la, não tinha muito onde se esconder ali. Ajudava a procura-la pelo barco todo, os homens reviravam tudo e nada da garota. Chamava pelo nome de Cibelle sem resposta. Sim talvez ela tivesse partido, porem o o navio se afastara um pouco da costa. Ela corria o conves indo em direção a popa, atras do pedestal que sustentava o leme um pequeno amontado sob uma lona chamou a atenção de kalandra. Num movimento rapido da mão , puxou a lona revelando a menina sob ela. Uma garrafa vazia de paga deixava claro o motivo dela não ter se levantado para os chores ate agora. Cutucava ela com o pé tentando acorda-la.
- Filhote de sleen ....acorde.... jarllllll.....eu a encontrei- gritava em seguida dando a alarme para os homens. Cibelle se remechia e resmungava conforme sentia o pe de kalandra a lhe cutucar, abria os olhos e os protegia com a mão em função do sol . A cabeça doia dando a ela a certeza que beber daquele jeito não fora uma boa ideia. A voz de kalandra entrava pelos ouvidos e pareciam que iam estourar seu cerebro
- Cale-se não precisa gritar - Cibelle resmungava com mal humor - tentava se por em pe. O frio da noite passada e a paga a disposição na servery pareceu uma boa ideia a Cibelle para esquecer a sua frustração com a presença de kalandra, apenas exagerara um pouco e adormecera sob a lona. Via kalandra chamar o mestre e a conciencia de que ele não gostaria daquilo tomava conta dela a fazendo se levantar num pulo
- Não precisa avisar gor inteira menina, ja estou em pe...não ve? - A loira avisava em resmungo.
Kalandra cruzava os braços e abria um meio sorriso com o canto dos labios.
- Parece q um passarinho andou bebendo da agua que não devia.- falava com ironia enquanto aguardava o mestre chegar. - Acho q alguem vai para os remos hoje....Veja mestre - apontava assim que Draco se aproximava com os outros dois homens - Parece que ela procurou diversão por conta propria....


Os homens procuravam pela embarcação. Tobyr usava o arpão para remexer embaixo de lonas, de redes. Locke olhava para fora da embarcação, imaginando que talvez a menina pudesse ter caido do barco sem que se dessem conta
- Ela pode estar nadando para o sul agora, First.. a essa hora ja virou carne nos dentes de tubarões.,. - Era a voz de Tobyr que soprava enquanto ele remexia as águas.
Draco não dava ouvidos, olhava embaixo das camas, dentro dos baus e era tudo embalde..
- Teriamos escutado algum barulho.. ela deve estar aqui escondida como um rato qualquer..
E a voz de Kalandra se fazia escutar, denunciando a menina. ele seguia na direção da voz, acompanhado dos outros homens. Escutava kalandra falar da diversão e mesmo a menina levantando, o forte cheiro da bebida ainda estava impregnado. Os olhos de Draco focavam sobre a menina, ele não dizia nada.. apenas segurava a menina arrastando-a pelo braço e levava até o convés, jogando-a sobre o chão.
- De-me a corda.. - pedia a Tybor que atendia de imediato, entregando uma das cordas usadas para amarrar o barco aos cais. Havia terra, limo e salitre preso ao vime da corda. Draco cortava um pedaço parando atras da cabeça da menina. Amordaçava, enfiava a grossa corda pela boca da menina, amarrando-a com vontade. impedindo assim a menina de falar ou comer de alguma forma.
- Amarre-a ao mastro.. - Locke atendia. erguia a menina que debatia-se, amarrando-a contra o mastro. mãos para tras. O capitão da nau retirava o cinto de couro. - a proxima vez, que roubar algo deste barco.. vou cortar a sua lingua.. e fazer com que a coma.. Está me devendo uma garrafa de paga.. quando chegarmos a Venna, vai ser coin, até me pagar o valor da bebida.. - avisava, quando o cinto de couro dava a primeira lapiada nas pernas da menina, e a segunda.. a terceira.,. soltava a menina apos a 5ª cintada, entregando-a a kalandra. - cuide que ela te ajude no preparo da comida..


Como a odiava..pensava enquanto a via gritar dando aos homens o alarme. Cibelle via seu mestre se aproximar e logo os olhos se esbugalhavam
- Não...não...mestre por favor...não - falava enquanto ele a arraastava pelo navio em direção ao mastro - piedade mestre...piedade a menina não teve intenção!!!
A mão forte dele pressionava o braço da menina , ele a arrastava em silencio, o via pedir a corda e logo seus gritos eram abafados por ela. O gosto de sal e limo tomavam conta da lingua da menina, ela ja não mais podir soltar seus protestos nem tão pouco clamar por misericordia
- mmmm...mmmmmmm... - apenas resmungava abafada pela corda.
Era amarrada ao mastro e as mãos presas as costas, os olhos dos homens a fitavam divertidos. Kalandra a olhava impassivel , mas os olhos demonstravam a satisfação de vela sob a disciplina do mestre. Ele tirava o pesado cinto de couro da cintura e ameaçava. Ela balançava a cabeça em negativa apenas soltando impotentes resmungos, o cinto cortava o ar, zunia e estalava na pele branca e delicada da menina. Ela mordia a corda e gemia sentindo a dor, uma cintada a tras da outra, os vergonhões iam se desenhando nas coxas da menina. As mãos presas a impediam de qualquer movimento de proteção ao corpo, o braço dele descia pesado e seus olhos se enchiam de agua. Era solta, boca ainda amarrada, caia de joelhos chorando, as lagrimas corriam pela face, ela agarrava as botas dele como numa suplica , como se pedisse pelo perdão. Ele a entregava a kalandra. O braço da escrava a levantava do chão e arrastava a tirando da presença dele. Kalandra havia assistido a tudo, o cinto cortava o ar com força na perna da menina, se continuasse assim , ele logo a venderia. Ela mordia o labio e os olhos brilhavam satisfeito. Segurava a menina pelo braço e a levantava do chão quando ele ordenava q a levasse dali para ajuda-la. A voz sai numa docuça quando ela respondia acentindo, como a mais comportada e submissa das escravas.
- Como desejar meu jarl - Kalandra assim q se afastava voltava o rosto olhando o mestre por cima dos ombros e em seguida a empurrava escada abaixo em direção a cozinha do navio.


Castigava alheio aos protestos e pedidos de perdão da menina. Ela havia roubado algo que pertencia não só a ele, mas a seus irmãos tambem.
- E a corda só vai ser tirada quando eu achar que deve.. - ele prendia o cinto novamente na cintura, e voltava ao leme, quando entregava a menina a Kalandra. Queria apenas que ela sumisse de seus olhos. Tinha coisas demais para se preocupar e uma escrava não fazia parte do assunto principal no momento.
O dia corria rapido. A navegação estava tranquila devido ao tempo bom. A comida servida por kalandra e Cibelle no almoço fora bem recebida e Tybor aproveitava o arpão para pescar um pouco. Os olhos focados no caminho ao longe, buscando qualquer embate indesejado. Aos poucos o entardecer ia chegando e com ele a notie vinha arrastada
- First..é melhor que paremos a embarcação atras das planicies. A noite ficará mais dificil de avistarmos os corais e um dano no casco vai nos prejudicar por completo..
Draco concordava, a embarcação ia parando aos poucos. Os homens estavam no convés reunidos, pedira que fosse servido Mead e o jantar.
- Kalandra.. dance para nos.. - ele pedia, adorava ve-la dançar e seus homens tambem precisavam de um presente aos olhos. Os homens sentavam-se nas redes de pesca e lonas, bebendo do mead aquecido para espantar o frio. Draco estava sentado do outro lado. Os olhos fixos na imagem de Kalandra, apontava para a menina do sul
- Sabe dançar menina.. junte-se a ela.. dance.. - Draco mandava.. os olhos do first seguiam para as formas delgadas da morena.O respirar alterava-se diante da imagem do corpo da menina movendo-se sinuoso sobre o convés, chamava-a com os olhos, devorava-a com os olhos.


O almoço fora feito e servido conforme ordenado, kalandra preparara o peixe salgado com a ajuda da menina. Ela podia notar os olhos de Cibelle nela o tempo todo e os desviava quando kalandra a encarava. O dia transcorreu tranquilo, o serviço pesado kalandra deixou por conta de Cibelle, ela lavara o conves do navio praticamente sozinha. Kalandra revirava em meio as poucas coisa de Cibelle algo para vestir. Franzia o rosto numa careta ao ver que as opções não eram boas, apenas alguns poucos camisks desgatados, mas serviriam por hora.
Cibelle a via revirar suas coisas sem nada poder dizer, apenas os olhos mostravam o descontentamento. Eram suas coisas e kalandra mechia e se servia delas sem pedir. A corda cortava o canto dos labios. Não havia comido nada desde o dia anterior , seu estomago doia de fome e as pernas estavam manchadas. Havia trabalhado duro o dia todo sob o sol q castigava sua pele enquanto kalandra pegava para si os serviços mais leves. Cibelle não a suportava, o olhar altivo e a postura arrogante de kalandra a irritavam. Ela não se conformava, tinha sido uma livre, sua condição de escrava fora a sua revelia e agora se via ali, em serviços q ao entender não estavam a altura dela.
Olhava o mestre e seus homens enquanto lavava o chão do conves, ele ainda parecia irritado com ela, a ignorava, não havia tocado mais nela desde a noite do longhall. Ela o queria, ele o havia despertado e agora a ignorava , não achava justo, não achava nada justo naquele momento. A noite caia devagar pintando o ceu com seus tons lilas, as luas começavam a despontar no manto negro que se formava . As estrelas timidas começavam a mostrar seu brilho . Kalandra gritava por cibele para ajudar a servir os homens o jantar .
- Tome , leve a comida ...eu sirvo o mead - Kalandra acompanhava Cibelle se afastar enquanto enchia o jarro com o mead aquecido, subia logo atras e abria um sorriso assim q se aproximava .
Enchia o horn primeiro de seu amo e depois dos outros homens para em seguida , atender o pedido dele.
Dançava, o corpo se movia enquanto o vento da noite agitava seu cabelo, ela se abria em sorrisos e olhares para cada um dos homens ali, presenteava a todos com sua atenção e movimentos, provocava, mas era para seu amo que ela se detinha .
Cibelle via Kalandra dançando e os homens comendo, tinha fome. Ao ser ordenada a dançar ela estremecia, não fora encianda a dançar daquele jeito. Ia para o lado de kalandra e os movimentos saiam desajeitados tentava imita-la sem sucesso. Kalandra ria, girava e agora contorcio o corpo para seu amo.


Draco observava a menina que tentava servir. era um desastre, desse jeito não conseguiria nem um barril de paga por ela, quanto mais moedas de ouro, mas não queria pensar a respeito disso, não antes de chegar a venna e seguir viragem. Os olhos se focavam em kalandra quando o servia. A mulher conseguia permanecer com seu cheiro ainda que em precarias condições dentro daquele barco. Os olhos acompanhavam o servir e depois a dança. Autorizava que Kalandra servisse a menina com o gruel para escravos. e que ela desse um jeito de beber o gruel com as cordas. Não permitia a retirada da mordaça.
Os olhos dos outros dois homens se mantiham focados na morena. Os movimentos dela eram graciosos a menina loira parecia mais um thalarion dançarino, os moveres não agradavam. Draco estendia a mão para a dançarina, esperava que ela viesse até ele. Os olhos haviam passado de Kalandra para Cibelle. e estavam sobre ela. Esperou que a loira viesse para seu colo, acariciando os cabelos da menina. O nariz tocava a pele, percorrendo o maxilar contornando de leve. Sentia o cheiro agradavel da pele da menina. A mão deslizava pela perna machucada. tocava de leve os ferimentos, retirava o camik da menina, deixando sobre o convés.
E tomava-a no colo, saindo dali com a menina para dentro de uma das cabines. Ficava em silencio, enquanto ela tentava falar toda e qualquer coisa com ele. Os olhos focados apenas no corpo delicado que colocava sobre a cama. Buscava uma das correntes dentro dos baus e prendia o tornozelo da menina. Ele a segurava pelo queixo, estando quase sobre ela
- É minha escrava.. então deve me servir.. - falava enfim.. a voz calma.. os olhos focados aos dela - E me servir.. é servir aos meus homens.. portanto.. vai servi-los hoje a noite e vai faze-los sentir especiais... - avisava.. e é bom que eles não façam reclamações sobe você.. ou não passará de Venna....
Ele avisava, dando as costas, deixando a menina ali. Voltava a sentar-se junto aos homens, apreciando a dança de Kalandra.
- A menina está lá dentro, esperando por vocês.. Todos precisamos descansar.. - Tobyr e Locke sorriam entre si.. estavam ansiosos por toques femininos de uma bond.. olhavam Kalandra dançar, obviamente preferiam que o toque fosse dela.. mas a sulista era bonita.. ja seria uma diversão. Erguiam-se seguindo para a cabine onde viram Draco entrar anteriormente, deixando-o ali assistindo a dança de Kalandra. Os olhos do First chamavam a morena para si.
Postado por Draco de Gladsheim