Pertencer
Ser propriedade de e pertencer a alguém faz muito sentido para uma mulher.
Também é profundamente satisfatório, mas isto é difícil de explicar para um homem.
(Beasts of Gor)
Escrito por Sicander às 12h45
Sexo
A reação holística da mulher é interessante. Sua reação é um todo, físico, emocional e intelectual. Homens fazem sexo, mulheres são sexo.
(Renegades of Gor)
Escrito por Sicander às 12h34
Diferença entre mulher livre e kajira
A sexualidade é a glória da escrava que a diferencia das mulheres livres. A sexualidade de uma escrava excitada é incompreensível para a mulher livre. É uma coisa que ela nunca entenderá. É uma cor que ela não pode enxergar, um som que ela não pode ouvir...
(Tribesmen of Gor)
Escrito por Sicander
Uma pessoa meiga e carinhosa mas também forte e decidida. Submissa mas jamais se deixa ser maltratada sem um porque ou para que....Acima de tudo uma mulher...guerreira e corajosa.
sábado, 11 de setembro de 2010
Renúncia à masculinidade
Sabia por experiência própria que nada preenche melhor a masculinidade do que a dominação. Quem quer ser homem, deve ser dominador. Quem abdica de sua dominação, renuncia à sua masculinidade.
Não sei o que os que andam como ovelhas em direção à própria castração recebem em troca da sua masculinidade. Imagino que deve ser muito valioso. Mas, se assim fosse, por que sentem a necessidade de criticar, com tanta petulância, aqueles que os desdenham e escolheram um outro caminho?
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 13h12
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Umbigo
Cortei uma peça do grosso tecido vermelho, de aproximadamente um metro e meio por trinta centímetros. Coloquei-a em volta da doçura de seus quadris. Puxei-a para baixo para expor seu umbigo. Em Gor, isto se chama “a barriga de escrava”. Em Gor, somente as escravas mostram seus umbigos.
(Explorers of Gor)
Escrito por Sicander às 13h10
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13/11/2007
Escravidão perfeita
Diz-se que a perfeita escravidão consiste em um só homem e uma só mulher, o total dono e a total escrava, ideais e perfeitos para as necessidades um do outro.
(Slave Girl of Gor)
Escrito por Sicander às 15h14
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Característica do homem goreano
- Os homens preferem morrer a pensar.
- Não todos os homens, respondeu ela.
- É verdade, em todas as culturas, têm as exceções, os lobos solitários, aqueles que escalam a montanha e olham para o mundo, maravilhados.
Ela perguntou: "Por que os homens de Gor não pensam e agem em manadas como os da Terra?"
- Eu não sei. Talvez, sejam diferentes. Talvez, a cultura seja diferente. Talvez, tem a ver com a descentralização do poder estatal, com a multiplicidade das tradições, com a diversidade dos códigos das castas.
- Eu penso que os homens de Gor são diferentes, disse ela.
- Eu presumo que quase todos eles são originários da Terra.
- Então somente um certo tipo de homem foi trazido da Terra para este mundo.
- Que tipo?
- Aqueles capazes de dominar
(Explorers of Gor)
Escrito por Sicander às 15h10
12/11/2007
Vida de escrava
A vida de uma escrava é uma vida totalmente entregue ao amor.
Não é uma vida de meio termo. Não é uma dessas vidas que, às vezes, é isso e, às vezes, é aquilo. É uma maneira completa de viver, é uma vida completa... Não há negociação, nem acomodações.
(Mercenaries of Gor)
Escrito por Sicander às 13h10
Movimentos femininos
Na Terra, a mulher que ostenta movimentos sensuais é, geralmente, rejeitada ou socialmente castigada de uma ou outra maneira. O conceito que se tem da dançarina exótica na Terra, apesar da riqueza da música e de sua beleza, é um sintoma dessa patologia.
A liberdade da mulher na Terra não chega a ponto de permitir que ela se movimente como uma mulher. Considera-se que ela não tem liberdade para tanto. A liberdade da mulher na Terra consiste, de fato, em se conformar, dentro de limites razoavelmente estreitos, a certos estereótipos socialmente aceitos. Das mulheres na Terra, proibidas de se mover como mulheres, espera-se que apresentem movimentos que, de fato, imitam os do homem.
Não há de se espantar que, às vezes, demonstrando sua frustração, elas dançam nuas em frente a um espelho. Não é estranho que, em seus sonhos, elas estão amarradas e entregues a guerreiros.
Em Gor, evidentemente, à escrava não é mais proibida, por necessidade cultural, de expressar a realidade cinética de sua feminilidade. A escrava aprende a considerar-se total, profunda e irrestritamente feminina. Assim, rápida e inconscientemente, ela pensa e se move como o que ela, de fato, é, uma mulher. Além disto, a escrava apresenta movimentos especiais. Ela sabe que, não somente, é mulher, mas ainda que é mulher, no sentido mais profundo e completo, uma mulher que pertence aos homens.
Isto a excita e se reflete em sua maneira de movimentar-se. Ela é o que tem de mais natural e profundo, em termos biológicos, numa mulher: a mulher à mercê dos homens a quem ela obedece e serve.
(Explorers of Gor)
Escrito por Sicander
Sabia por experiência própria que nada preenche melhor a masculinidade do que a dominação. Quem quer ser homem, deve ser dominador. Quem abdica de sua dominação, renuncia à sua masculinidade.
Não sei o que os que andam como ovelhas em direção à própria castração recebem em troca da sua masculinidade. Imagino que deve ser muito valioso. Mas, se assim fosse, por que sentem a necessidade de criticar, com tanta petulância, aqueles que os desdenham e escolheram um outro caminho?
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 13h12
Umbigo
Cortei uma peça do grosso tecido vermelho, de aproximadamente um metro e meio por trinta centímetros. Coloquei-a em volta da doçura de seus quadris. Puxei-a para baixo para expor seu umbigo. Em Gor, isto se chama “a barriga de escrava”. Em Gor, somente as escravas mostram seus umbigos.
(Explorers of Gor)
Escrito por Sicander às 13h10
13/11/2007
Escravidão perfeita
Diz-se que a perfeita escravidão consiste
em um só homem e uma só mulher, o total dono
e a total escrava, ideais e perfeitos para as
necessidades um do outro.
(Slave Girl of Gor)
Escrito por Sicander às 15h14
Característica do homem goreano
- Os homens preferem morrer a pensar.
- Não todos os homens, respondeu ela.
- É verdade, em todas as culturas, têm as exceções,
os lobos solitários, aqueles que escalam a montanha
e olham para o mundo, maravilhados.
Ela perguntou: "Por que os homens de Gor não pensam
e agem em manadas como os da Terra?"
- Eu não sei. Talvez, sejam diferentes. Talvez, a cultura
seja diferente. Talvez, tem a ver com a descentralização do
poder estatal, com a multiplicidade das tradições, com a
diversidade dos códigos das castas.
- Eu penso que os homens de Gor são diferentes, disse ela.
- Eu presumo que quase todos eles são originários da Terra.
- Então somente um certo tipo de homem foi trazido da Terra para este mundo.
- Que tipo?
- Aqueles capazes de dominar
(Explorers of Gor)
Escrito por Sicander às 15h10
12/11/2007
Vida de escrava
A vida de uma escrava é uma vida totalmente entregue ao amor.
Não é uma vida de meio termo. Não é uma dessas vidas que, às vezes, é isso e, às vezes, é aquilo. É uma maneira completa de viver, é uma vida completa... Não há negociação, nem acomodações.
(Mercenaries of Gor)
Escrito por Sicander às 13h10
Movimentos femininos
Na Terra, a mulher que ostenta movimentos sensuais é, geralmente, rejeitada ou socialmente castigada de uma ou outra maneira. O conceito que se tem da dançarina exótica na Terra, apesar da riqueza da música e de sua beleza, é um sintoma dessa patologia.
A liberdade da mulher na Terra não chega a ponto de permitir que ela se movimente como uma mulher. Considera-se que ela não tem liberdade para tanto. A liberdade da mulher na Terra consiste, de fato, em se conformar, dentro de limites razoavelmente estreitos, a certos estereótipos socialmente aceitos. Das mulheres na Terra, proibidas de se mover como mulheres, espera-se que apresentem movimentos que, de fato, imitam os do homem.
Não há de se espantar que, às vezes, demonstrando sua frustração, elas dançam nuas em frente a um espelho. Não é estranho que, em seus sonhos, elas estão amarradas e entregues a guerreiros.
Em Gor, evidentemente, à escrava não é mais proibida, por necessidade cultural, de expressar a realidade cinética de sua feminilidade. A escrava aprende a considerar-se total, profunda e irrestritamente feminina. Assim, rápida e inconscientemente, ela pensa e se move como o que ela, de fato, é, uma mulher. Além disto, a escrava apresenta movimentos especiais. Ela sabe que, não somente, é mulher, mas ainda que é mulher, no sentido mais profundo e completo, uma mulher que pertence aos homens.
Isto a excita e se reflete em sua maneira de movimentar-se. Ela é o que tem de mais natural e profundo, em termos biológicos, numa mulher: a mulher à mercê dos homens a quem ela obedece e serve.
(Explorers of Gor)
Escrito por Sicander
Sabia por experiência própria que nada preenche melhor a masculinidade do que a dominação. Quem quer ser homem, deve ser dominador. Quem abdica de sua dominação, renuncia à sua masculinidade.
Não sei o que os que andam como ovelhas em direção à própria castração recebem em troca da sua masculinidade. Imagino que deve ser muito valioso. Mas, se assim fosse, por que sentem a necessidade de criticar, com tanta petulância, aqueles que os desdenham e escolheram um outro caminho?
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 13h12
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Umbigo
Cortei uma peça do grosso tecido vermelho, de aproximadamente um metro e meio por trinta centímetros. Coloquei-a em volta da doçura de seus quadris. Puxei-a para baixo para expor seu umbigo. Em Gor, isto se chama “a barriga de escrava”. Em Gor, somente as escravas mostram seus umbigos.
(Explorers of Gor)
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13/11/2007
Escravidão perfeita
Diz-se que a perfeita escravidão consiste em um só homem e uma só mulher, o total dono e a total escrava, ideais e perfeitos para as necessidades um do outro.
(Slave Girl of Gor)
Escrito por Sicander às 15h14
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Característica do homem goreano
- Os homens preferem morrer a pensar.
- Não todos os homens, respondeu ela.
- É verdade, em todas as culturas, têm as exceções, os lobos solitários, aqueles que escalam a montanha e olham para o mundo, maravilhados.
Ela perguntou: "Por que os homens de Gor não pensam e agem em manadas como os da Terra?"
- Eu não sei. Talvez, sejam diferentes. Talvez, a cultura seja diferente. Talvez, tem a ver com a descentralização do poder estatal, com a multiplicidade das tradições, com a diversidade dos códigos das castas.
- Eu penso que os homens de Gor são diferentes, disse ela.
- Eu presumo que quase todos eles são originários da Terra.
- Então somente um certo tipo de homem foi trazido da Terra para este mundo.
- Que tipo?
- Aqueles capazes de dominar
(Explorers of Gor)
Escrito por Sicander às 15h10
12/11/2007
Vida de escrava
A vida de uma escrava é uma vida totalmente entregue ao amor.
Não é uma vida de meio termo. Não é uma dessas vidas que, às vezes, é isso e, às vezes, é aquilo. É uma maneira completa de viver, é uma vida completa... Não há negociação, nem acomodações.
(Mercenaries of Gor)
Escrito por Sicander às 13h10
Movimentos femininos
Na Terra, a mulher que ostenta movimentos sensuais é, geralmente, rejeitada ou socialmente castigada de uma ou outra maneira. O conceito que se tem da dançarina exótica na Terra, apesar da riqueza da música e de sua beleza, é um sintoma dessa patologia.
A liberdade da mulher na Terra não chega a ponto de permitir que ela se movimente como uma mulher. Considera-se que ela não tem liberdade para tanto. A liberdade da mulher na Terra consiste, de fato, em se conformar, dentro de limites razoavelmente estreitos, a certos estereótipos socialmente aceitos. Das mulheres na Terra, proibidas de se mover como mulheres, espera-se que apresentem movimentos que, de fato, imitam os do homem.
Não há de se espantar que, às vezes, demonstrando sua frustração, elas dançam nuas em frente a um espelho. Não é estranho que, em seus sonhos, elas estão amarradas e entregues a guerreiros.
Em Gor, evidentemente, à escrava não é mais proibida, por necessidade cultural, de expressar a realidade cinética de sua feminilidade. A escrava aprende a considerar-se total, profunda e irrestritamente feminina. Assim, rápida e inconscientemente, ela pensa e se move como o que ela, de fato, é, uma mulher. Além disto, a escrava apresenta movimentos especiais. Ela sabe que, não somente, é mulher, mas ainda que é mulher, no sentido mais profundo e completo, uma mulher que pertence aos homens.
Isto a excita e se reflete em sua maneira de movimentar-se. Ela é o que tem de mais natural e profundo, em termos biológicos, numa mulher: a mulher à mercê dos homens a quem ela obedece e serve.
(Explorers of Gor)
Escrito por Sicander
Sabia por experiência própria que nada preenche melhor a masculinidade do que a dominação. Quem quer ser homem, deve ser dominador. Quem abdica de sua dominação, renuncia à sua masculinidade.
Não sei o que os que andam como ovelhas em direção à própria castração recebem em troca da sua masculinidade. Imagino que deve ser muito valioso. Mas, se assim fosse, por que sentem a necessidade de criticar, com tanta petulância, aqueles que os desdenham e escolheram um outro caminho?
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 13h12
Umbigo
Cortei uma peça do grosso tecido vermelho, de aproximadamente um metro e meio por trinta centímetros. Coloquei-a em volta da doçura de seus quadris. Puxei-a para baixo para expor seu umbigo. Em Gor, isto se chama “a barriga de escrava”. Em Gor, somente as escravas mostram seus umbigos.
(Explorers of Gor)
Escrito por Sicander às 13h10
13/11/2007
Escravidão perfeita
Diz-se que a perfeita escravidão consiste
em um só homem e uma só mulher, o total dono
e a total escrava, ideais e perfeitos para as
necessidades um do outro.
(Slave Girl of Gor)
Escrito por Sicander às 15h14
Característica do homem goreano
- Os homens preferem morrer a pensar.
- Não todos os homens, respondeu ela.
- É verdade, em todas as culturas, têm as exceções,
os lobos solitários, aqueles que escalam a montanha
e olham para o mundo, maravilhados.
Ela perguntou: "Por que os homens de Gor não pensam
e agem em manadas como os da Terra?"
- Eu não sei. Talvez, sejam diferentes. Talvez, a cultura
seja diferente. Talvez, tem a ver com a descentralização do
poder estatal, com a multiplicidade das tradições, com a
diversidade dos códigos das castas.
- Eu penso que os homens de Gor são diferentes, disse ela.
- Eu presumo que quase todos eles são originários da Terra.
- Então somente um certo tipo de homem foi trazido da Terra para este mundo.
- Que tipo?
- Aqueles capazes de dominar
(Explorers of Gor)
Escrito por Sicander às 15h10
12/11/2007
Vida de escrava
A vida de uma escrava é uma vida totalmente entregue ao amor.
Não é uma vida de meio termo. Não é uma dessas vidas que, às vezes, é isso e, às vezes, é aquilo. É uma maneira completa de viver, é uma vida completa... Não há negociação, nem acomodações.
(Mercenaries of Gor)
Escrito por Sicander às 13h10
Movimentos femininos
Na Terra, a mulher que ostenta movimentos sensuais é, geralmente, rejeitada ou socialmente castigada de uma ou outra maneira. O conceito que se tem da dançarina exótica na Terra, apesar da riqueza da música e de sua beleza, é um sintoma dessa patologia.
A liberdade da mulher na Terra não chega a ponto de permitir que ela se movimente como uma mulher. Considera-se que ela não tem liberdade para tanto. A liberdade da mulher na Terra consiste, de fato, em se conformar, dentro de limites razoavelmente estreitos, a certos estereótipos socialmente aceitos. Das mulheres na Terra, proibidas de se mover como mulheres, espera-se que apresentem movimentos que, de fato, imitam os do homem.
Não há de se espantar que, às vezes, demonstrando sua frustração, elas dançam nuas em frente a um espelho. Não é estranho que, em seus sonhos, elas estão amarradas e entregues a guerreiros.
Em Gor, evidentemente, à escrava não é mais proibida, por necessidade cultural, de expressar a realidade cinética de sua feminilidade. A escrava aprende a considerar-se total, profunda e irrestritamente feminina. Assim, rápida e inconscientemente, ela pensa e se move como o que ela, de fato, é, uma mulher. Além disto, a escrava apresenta movimentos especiais. Ela sabe que, não somente, é mulher, mas ainda que é mulher, no sentido mais profundo e completo, uma mulher que pertence aos homens.
Isto a excita e se reflete em sua maneira de movimentar-se. Ela é o que tem de mais natural e profundo, em termos biológicos, numa mulher: a mulher à mercê dos homens a quem ela obedece e serve.
(Explorers of Gor)
Escrito por Sicander
Fundamento da verdade
Será que o homem é tão idiota, tão ingênuo e dependente de seus hábitos, tão fundamentalmente irracional, tão propenso a acreditar em qualquer coisa que lhe é ensinado, por absurda que seja, que ele não possa entender que a tortura não pode ser a verdade. A verdade não pode, com toda certeza, fundamentar-se na dor, no sofrimento e na frustração, mas sim, na felicidade e na alegria.
(Rogue of Gor)
Escrito por Sicander às 16h53
Subir na cama
Às vezes, passam-se meses antes que uma garota possa subir na cama do seu Dono.
Mesmo, assim, ela não sobe livremente como uma pessoa livre, mas como uma escrava, pelo canto inferior esquerdo ou pela borda inferior, depois de ter-se ajoelhado e beijado os lençóis.
(Rogue of Gor)
Escrito por Sicander às 16h48
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21/11/2007
Ilhas de verdade e realidade
- Há muito tempo que as pessoas da Terra se esqueceram dos muitos nomes da Natureza.
Talvez seja novamente tempo de procurar por suas facetas esquecidas.
- Isto nunca acontecerá na Terra.
- Não sei. Penso que, talvez, certos seres humanos, aí ou ali, mesmo em meio dos sofrimentos, mesmo nos países onde há mais confusão e doenças, criarão para si mesmos pequenas ilhas de verdade e realidade.
(Beasts of Gor)
Escrito por Sicander às 15h52
Escrava vs. mulher livre
A escrava que lhe pertence é 10.000 vezes mais interessante do que uma mulher livre jamais poderia sonhar em ser.
(Mercenaries of Gor)
Em qualquer competição para ser desejada, a mulher livre sempre perderá para a escrava.
(Mercenaries of Gor)
A beleza de qualquer mulher livre, por exemplo, é multiplicada por 100 quando ela se torna escrava.
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 15h45
19/11/2007
Cidades goreanas
Para uma leitora que quer saber o que são e como funcionam as cidades goreanas:
Em Gor, as cidades são muito parecidas com as da Grécia antiga na Terra. São pequenos agrupamentos humanos politicamente organizados, com costumes e graus de desenvolvimento social diferentes.
Os que não têm intimidade com a História antiga das cidades gregas podem imaginá-las como pequenos estados soberanos parecidos com o Luxemburgo, o Principado de Mônaco ou mesmo o Vaticano.
Em Gor, como na Antigüidade e na Idade Média na Terra, a pobreza tecnológica no campo das comunicações favorece o desenvolvimento de culturas “sui generis” e limita o intercâmbio comercial e cultural.
As cidades goreanas são geralmente administradas democraticamente e as fricções sociais internas são absorvidas pelo sistema de castas.
A democracia é somente abandonada em caso de extrema necessidade quando se aceita, temporariamente, a presença de um ditador chamado de Ubar.
Como na nossa Antiguidade, as cidades goreanas travam guerras entre si por motivo de honra, riquezas ou simplesmente poder. Também celebram tratados de amizade. Mas os Sacerdotes-Reis que vigiam a população intervêm para assegurar a ausência de armamento de fogo e outros brinquedinhos modernos e muito letais. Mas, mesmo, assim, os conflitos não são nada raros, visto que a ganância e a fome pelo poder fazem parte integrante do ser humano.
Para um Goreano, a cidade onde nasceu é de suma importância visto que o nome dela é incorporado ao do indivíduo (Marlenus de Ar), (Tarl de Ko-ro-ba) e raros são os desgraçados e fora-da-lei que não arvoram o nome de sua cidade de origem.
Na Terra, os Goreanos escolhem seus nomes e sua organização, o que leva a existência de vários cenários.
Nos Estados Unidos, os Goreanos escolhem, às vezes, o nome de uma cidade das Crônicas (Arius of Treve, Janus of Teletus), mas, geralmente, limitam-se a um prenome (Jason, John the Peasant, Gabriel, Fogaban, Denral, Garion).
Na Europa, é mais comum escolher o nome de uma cidade ou região das Crônicas (Herra Rasmusson van Torvaldsland) ou da Antiguidade (Scarzam of Reysa, Sicander de Sybaris).
Assim, as escolhas são livres e dependem do gosto de cada um. Há, na minha opinião, somente uma ressalva: Não se deve escolher um prenome e acompanhá-lo de “of Gor”, pois, não faz sentido, em termos goreanos, declinar sua origem como sendo um planeta, pois todos os Goreanos de lá seriam Fulano of Gor, e os daqui Beltrano of Earth.
As cidades que existem nos Estados Unidos, são praticamente todas virtuais, na forma de”chats” e/ou forums na Internet. Periodicamente – geralmente uma vez por ano-, seus membros se reúnem em convenções regionais ou nacionais para confraternizar.
Na Europa, talvez devido às distâncias que são menores, as cidades são compostas por grupos que se reúnem muito mais freqüentemente e quem se dispõe a viajar uns duzentos ou trezentos quilômetros poderá participar de reuniões locais ou regionais várias vezes por mês.
Tais reuniões têm como objetivos a confraternização e a discussão do conteúdo das Crônicas, mas servem também para aparar, diplomaticamente, eventuais arestas entre membros dos diferentes grupos.
No Brasil, o individualismo característico da cultura local, a escassez de Goreanos e, talvez, o fato da maioria deles provirem da comunidade BDSM – o que não é verdade, fora dos grandes centros urbanos, nos Estados Unidos e menos ainda na Europa, onde D/s não se confunde necessária e costumeiramente com BDSM -, embasam a tendência de formar “clãs”, “casas” ou "cidades" que, embora convivem oficialmente com respeito e paz, não têm muito contato entre si e brigam pelo poder e pelas luzes dos holofotes por baixo dos panos.
Infelizmente, há muitos Goreanos mais preocupados em “aparecer” do que em “ser”, talvez por falta de Sacerdotes-Reis na Terra ...
Escrito por Sicander
Será que o homem é tão idiota, tão ingênuo e dependente de seus hábitos, tão fundamentalmente irracional, tão propenso a acreditar em qualquer coisa que lhe é ensinado, por absurda que seja, que ele não possa entender que a tortura não pode ser a verdade. A verdade não pode, com toda certeza, fundamentar-se na dor, no sofrimento e na frustração, mas sim, na felicidade e na alegria.
(Rogue of Gor)
Escrito por Sicander às 16h53
Subir na cama
Às vezes, passam-se meses antes que uma garota possa subir na cama do seu Dono.
Mesmo, assim, ela não sobe livremente como uma pessoa livre, mas como uma escrava, pelo canto inferior esquerdo ou pela borda inferior, depois de ter-se ajoelhado e beijado os lençóis.
(Rogue of Gor)
Escrito por Sicander às 16h48
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21/11/2007
Ilhas de verdade e realidade
- Há muito tempo que as pessoas da Terra se esqueceram dos muitos nomes da Natureza.
Talvez seja novamente tempo de procurar por suas facetas esquecidas.
- Isto nunca acontecerá na Terra.
- Não sei. Penso que, talvez, certos seres humanos, aí ou ali, mesmo em meio dos sofrimentos, mesmo nos países onde há mais confusão e doenças, criarão para si mesmos pequenas ilhas de verdade e realidade.
(Beasts of Gor)
Escrito por Sicander às 15h52
Escrava vs. mulher livre
A escrava que lhe pertence é 10.000 vezes mais interessante do que uma mulher livre jamais poderia sonhar em ser.
(Mercenaries of Gor)
Em qualquer competição para ser desejada, a mulher livre sempre perderá para a escrava.
(Mercenaries of Gor)
A beleza de qualquer mulher livre, por exemplo, é multiplicada por 100 quando ela se torna escrava.
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 15h45
19/11/2007
Cidades goreanas
Para uma leitora que quer saber o que são e como funcionam as cidades goreanas:
Em Gor, as cidades são muito parecidas com as da Grécia antiga na Terra. São pequenos agrupamentos humanos politicamente organizados, com costumes e graus de desenvolvimento social diferentes.
Os que não têm intimidade com a História antiga das cidades gregas podem imaginá-las como pequenos estados soberanos parecidos com o Luxemburgo, o Principado de Mônaco ou mesmo o Vaticano.
Em Gor, como na Antigüidade e na Idade Média na Terra, a pobreza tecnológica no campo das comunicações favorece o desenvolvimento de culturas “sui generis” e limita o intercâmbio comercial e cultural.
As cidades goreanas são geralmente administradas democraticamente e as fricções sociais internas são absorvidas pelo sistema de castas.
A democracia é somente abandonada em caso de extrema necessidade quando se aceita, temporariamente, a presença de um ditador chamado de Ubar.
Como na nossa Antiguidade, as cidades goreanas travam guerras entre si por motivo de honra, riquezas ou simplesmente poder. Também celebram tratados de amizade. Mas os Sacerdotes-Reis que vigiam a população intervêm para assegurar a ausência de armamento de fogo e outros brinquedinhos modernos e muito letais. Mas, mesmo, assim, os conflitos não são nada raros, visto que a ganância e a fome pelo poder fazem parte integrante do ser humano.
Para um Goreano, a cidade onde nasceu é de suma importância visto que o nome dela é incorporado ao do indivíduo (Marlenus de Ar), (Tarl de Ko-ro-ba) e raros são os desgraçados e fora-da-lei que não arvoram o nome de sua cidade de origem.
Na Terra, os Goreanos escolhem seus nomes e sua organização, o que leva a existência de vários cenários.
Nos Estados Unidos, os Goreanos escolhem, às vezes, o nome de uma cidade das Crônicas (Arius of Treve, Janus of Teletus), mas, geralmente, limitam-se a um prenome (Jason, John the Peasant, Gabriel, Fogaban, Denral, Garion).
Na Europa, é mais comum escolher o nome de uma cidade ou região das Crônicas (Herra Rasmusson van Torvaldsland) ou da Antiguidade (Scarzam of Reysa, Sicander de Sybaris).
Assim, as escolhas são livres e dependem do gosto de cada um. Há, na minha opinião, somente uma ressalva: Não se deve escolher um prenome e acompanhá-lo de “of Gor”, pois, não faz sentido, em termos goreanos, declinar sua origem como sendo um planeta, pois todos os Goreanos de lá seriam Fulano of Gor, e os daqui Beltrano of Earth.
As cidades que existem nos Estados Unidos, são praticamente todas virtuais, na forma de”chats” e/ou forums na Internet. Periodicamente – geralmente uma vez por ano-, seus membros se reúnem em convenções regionais ou nacionais para confraternizar.
Na Europa, talvez devido às distâncias que são menores, as cidades são compostas por grupos que se reúnem muito mais freqüentemente e quem se dispõe a viajar uns duzentos ou trezentos quilômetros poderá participar de reuniões locais ou regionais várias vezes por mês.
Tais reuniões têm como objetivos a confraternização e a discussão do conteúdo das Crônicas, mas servem também para aparar, diplomaticamente, eventuais arestas entre membros dos diferentes grupos.
No Brasil, o individualismo característico da cultura local, a escassez de Goreanos e, talvez, o fato da maioria deles provirem da comunidade BDSM – o que não é verdade, fora dos grandes centros urbanos, nos Estados Unidos e menos ainda na Europa, onde D/s não se confunde necessária e costumeiramente com BDSM -, embasam a tendência de formar “clãs”, “casas” ou "cidades" que, embora convivem oficialmente com respeito e paz, não têm muito contato entre si e brigam pelo poder e pelas luzes dos holofotes por baixo dos panos.
Infelizmente, há muitos Goreanos mais preocupados em “aparecer” do que em “ser”, talvez por falta de Sacerdotes-Reis na Terra ...
Escrito por Sicander
sábado, 28 de agosto de 2010
Tolice
Tolice
Certamente é mais seguro esconder-se nas grutas das mentiras em vez de ficar em pé nos picos da verdade, a contemplar o mundo.
Mas, os abrigos obscuros da falsidade são úmidos e vergonhosos e, quando se está de pé, na luz do sol, sentindo os ventos da realidade, percebe-se, então, como é tolo ter medo da luz do sol e do ar fresco.
(Fighting Slave of Gor)
Escrito por Sicander às 16h25
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Arrependimento
Eu a domei rapidamente na minha coleira. Ela tinha sido excelente nos braços de um homem.
Meses depois, eu a libertei.
Como fui tolo. Foi um erro que não faria mais com uma mulher.
(Beasts of Gor)
Escrito por Sicander às 16h16
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Visão do mundo
Talvez o mundo fale somente para os que estão preparados para ouvir.
O homem da Terra pensa no mundo como sendo uma coisa essencialmente morta; o Goreano pensa em seu mundo como sendo vivo. Ele cuida dele, ele é seu amigo, ele não desejaria destruí-lo.
(Tribesmen of Gor)
Escrito por Sicander às 16h13
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04/12/2007
Hominídeo pré-histórico tinha "harém"
Eis uma notícia publicada em 30/11/07 pela BBC Brasil, que corrobora a teoria da psicologia evolutiva que embasa a obra de John Norman:
Um parente pré-histórico do homem moderno, o Paranthropus robustus, que viveu há cerca de dois milhões de anos, mantinha "haréns", em que um macho dominante controlava um grupo de fêmeas, segundo um estudo publicado na última sexta-feira pela revista Science.
O hominídeo - que tem um antepassado comum com o homem moderno, mas acabou evoluindo por um caminho evolucionário que acabou extinto - também apresentava diferença de tamanho entre os machos e fêmeas, com os machos continuando a crescer por muito mais tempo do que as fêmeas.
Segundo os autores do estudo, a diferença de tamanho entre machos e fêmeas dá as pistas sobre o comportamento sexual da espécie - essa diferença, conhecida como dimorfismo sexual, é associada no reino animal a uma estrutura em que um macho dominante rege um grupo de fêmeas, enquanto os machos menores, ainda não totalmente desenvolvidos, têm menos chances de se reproduzir.
O estudo partiu da análise dos fósseis de 35 crânios, encontrados na África do Sul. A maioria deles era de machos e os hominídeos, provavelmente, foram mortos por predadores, como leões e hienas.
"Nossa pesquisa nos faz pensar que, nessa espécie, um macho mais velho era, provavelmente, o dominante em um bando de fêmeas”.
Escrito por Sicander às 16h08
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03/12/2007
Sexualidade da escrava
Deve–se entender que a sexualidade da escrava consiste de um conjunto de obediência, amor e serviço.
Em seu coração e em sua mente, estas três coisas são inextricável, delicada e harmoniosamente interligadas.
Por um lado, sua sexualidade, comandada por seu dono, com o chicote, se necessário, é somente um aspecto e uma expressão de sua total escravidão, pois ela serve totalmente, em todos os aspectos.
Por outro lado, sua condição é, a sua maneira, uma expressão da profundidade, da complexidade e da beleza de sua sexualidade. Ela amarra os cadarços das sandálias do seu dono, olhando para ele; ela ama, ela serve, ela é a fêmea.
(Guardsman of Gor)
Escrito por Sicander às 15h52
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Efeitos libertadores da coleira
Em relação aos “efeitos libertadores” da coleira, a escrava é livre de muitas pressões sociais às quais, devido à sua liberdade, a mulher livre deve ficar submissa.
A mulher livre, por exemplo, pode temer que os homens saibam de sua vitalidade sexual.
Não seria conveniente que eles saibam que uma criatura nobre é uma cadela lambedora, indefesa e ofegante na cama.
A escrava, por sua vez, não tem este problema.
Ela sabe que ela pertence a uma categoria de mulheres para a qual respeito não deve ser e não será mostrado. Ela, a escrava, sabe que se espera que ela seja um animal obediente e lascivo nos braços do seu dono ou, se permitido, na cama dele. De fato, ela será severamente castigada se assim não for.
Assim, ela tem liberdade para revelar sem reserva, prazerosa e gloriosamente, sua sensualidade.
(Guardsman of Gor)
Escrito por Sicander às 15h49
Certamente é mais seguro esconder-se nas grutas das mentiras em vez de ficar em pé nos picos da verdade, a contemplar o mundo.
Mas, os abrigos obscuros da falsidade são úmidos e vergonhosos e, quando se está de pé, na luz do sol, sentindo os ventos da realidade, percebe-se, então, como é tolo ter medo da luz do sol e do ar fresco.
(Fighting Slave of Gor)
Escrito por Sicander às 16h25
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Arrependimento
Eu a domei rapidamente na minha coleira. Ela tinha sido excelente nos braços de um homem.
Meses depois, eu a libertei.
Como fui tolo. Foi um erro que não faria mais com uma mulher.
(Beasts of Gor)
Escrito por Sicander às 16h16
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Visão do mundo
Talvez o mundo fale somente para os que estão preparados para ouvir.
O homem da Terra pensa no mundo como sendo uma coisa essencialmente morta; o Goreano pensa em seu mundo como sendo vivo. Ele cuida dele, ele é seu amigo, ele não desejaria destruí-lo.
(Tribesmen of Gor)
Escrito por Sicander às 16h13
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04/12/2007
Hominídeo pré-histórico tinha "harém"
Eis uma notícia publicada em 30/11/07 pela BBC Brasil, que corrobora a teoria da psicologia evolutiva que embasa a obra de John Norman:
Um parente pré-histórico do homem moderno, o Paranthropus robustus, que viveu há cerca de dois milhões de anos, mantinha "haréns", em que um macho dominante controlava um grupo de fêmeas, segundo um estudo publicado na última sexta-feira pela revista Science.
O hominídeo - que tem um antepassado comum com o homem moderno, mas acabou evoluindo por um caminho evolucionário que acabou extinto - também apresentava diferença de tamanho entre os machos e fêmeas, com os machos continuando a crescer por muito mais tempo do que as fêmeas.
Segundo os autores do estudo, a diferença de tamanho entre machos e fêmeas dá as pistas sobre o comportamento sexual da espécie - essa diferença, conhecida como dimorfismo sexual, é associada no reino animal a uma estrutura em que um macho dominante rege um grupo de fêmeas, enquanto os machos menores, ainda não totalmente desenvolvidos, têm menos chances de se reproduzir.
O estudo partiu da análise dos fósseis de 35 crânios, encontrados na África do Sul. A maioria deles era de machos e os hominídeos, provavelmente, foram mortos por predadores, como leões e hienas.
"Nossa pesquisa nos faz pensar que, nessa espécie, um macho mais velho era, provavelmente, o dominante em um bando de fêmeas”.
Escrito por Sicander às 16h08
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03/12/2007
Sexualidade da escrava
Deve–se entender que a sexualidade da escrava consiste de um conjunto de obediência, amor e serviço.
Em seu coração e em sua mente, estas três coisas são inextricável, delicada e harmoniosamente interligadas.
Por um lado, sua sexualidade, comandada por seu dono, com o chicote, se necessário, é somente um aspecto e uma expressão de sua total escravidão, pois ela serve totalmente, em todos os aspectos.
Por outro lado, sua condição é, a sua maneira, uma expressão da profundidade, da complexidade e da beleza de sua sexualidade. Ela amarra os cadarços das sandálias do seu dono, olhando para ele; ela ama, ela serve, ela é a fêmea.
(Guardsman of Gor)
Escrito por Sicander às 15h52
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Efeitos libertadores da coleira
Em relação aos “efeitos libertadores” da coleira, a escrava é livre de muitas pressões sociais às quais, devido à sua liberdade, a mulher livre deve ficar submissa.
A mulher livre, por exemplo, pode temer que os homens saibam de sua vitalidade sexual.
Não seria conveniente que eles saibam que uma criatura nobre é uma cadela lambedora, indefesa e ofegante na cama.
A escrava, por sua vez, não tem este problema.
Ela sabe que ela pertence a uma categoria de mulheres para a qual respeito não deve ser e não será mostrado. Ela, a escrava, sabe que se espera que ela seja um animal obediente e lascivo nos braços do seu dono ou, se permitido, na cama dele. De fato, ela será severamente castigada se assim não for.
Assim, ela tem liberdade para revelar sem reserva, prazerosa e gloriosamente, sua sensualidade.
(Guardsman of Gor)
Escrito por Sicander às 15h49
Ter e pertencer
Ter e pertencer
Não é simplesmente agradável ter uma escrava, vestí-la de acordo com seu desejo, se quiser permitir que ela se vista, possuí-la quando desejar, fazer com ela o que lhe agrade. É sublime.
O homem que não teve uma escrava não tem a mínima idéia do que pode ser a sexualidade, nem tem a mulher que não pertenceu a um homem.
(Renegades of Gor)
Escrito por Sicander às 18h06
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Cuidar da escrava
- Será que alguns homens cuidam, nem que for um pouco, de suas escravas?
- Certos homens cuidam delas muito mais do que um pouco.
- Mesmo se forem escravas por natureza?
- Essas são as melhores, respondeu ele.
(Kajira of Gor)
Escrito por Sicander às 18h02
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12/12/2007
O que é uma “boa mulher"?
O que é uma “boa mulher"?
Uma que é natural, espontânea, feminina e amorosa ou uma que age em conformidade com certos estereótipos culturais que, geralmente, vêm de mentes doentias e agressivas que tentam impôr, aos outros, as doenças das quais eles não conseguem escapar?
(Blood Brothers of Gor)
Escrito por Sicander às 18h04
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Dono certo
Qualquer mulher que tenha o dono certo será uma escrava maravilhosa.
(Blood Brothers of Gor)
Escrito por Sicander às 17h58
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11/12/2007
Engenheiros da sexualidade
As fêmeas humanas são criaturas muito ricas e maravilhosas. Sua vida sexual e suas emoções são sutis, complexas e profundas.
O homem que acredita que ter sexo com uma mulher é coisa tão curta e sem importância que caiba nos parâmetros de um plano horizontal, da mera estimulação da pele ou que os resultados provém da simples habilidade dos dedos é muito ingênuo. Os engenheiros da sexualidade são deploravelmente ignorantes.
Mesmo seus artistas e seus poetas têm muito que aprender!
As mulheres são imoderadamente preciosas. Elas são tão delicadas, tão bonitas, tão inteligentes e tão carentes. Nenhum homem até agora percebeu as dimensões do amor de uma mulher. Quem pode medir os horizontes do seu coração? Creio que existem poucas coisas mais reais do que aquelas que nos parecem totalmente intangíveis.
(Blood Brothers of Gor)
Escrito por Sicander às 13h07
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Livre companheirismo
Certos Goreanos consideram o Livre Companheirismo uma forma de escravidão contratual, o que, evidentemente, não é correto. Por outro lado, não duvido que muitos casais seriam muito mais felizes se mais mulheres pensassem desta maneira. Com esta interpretação, elas poderiam ser escravizadas contratualmente o que constituiria uma opção substitutiva à escravidão real.
Evidentemente, não há substituto completo e adequado, devido à relação de Dominação/submissão e à ordem da Natureza, para a escravidão total, inegociável e completa da mulher.
Quando isto é institucionalizado e legalizado, como em Gor, ocorre então a união da Natureza com a civilização; a união na qual a civilização não funciona mais como antítese antibiológica da Natureza, mas talvez como uma extensão e floração da própria Natureza; uma união onde relações naturais são implementadas e satisfeitas.
(Blood Brothers of Gor)
Escrito por Sicander às 13h00
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10/12/2007
Escrava secreta
Isso é parecido com a escravidão que, às vezes, existe na Terra, onde uma mulher ao voltar para a casa, se ajoelha e espera por sua coleira.
Os colegas do escritório estariam estupefatos ao descobrir que a sua tão correta e doce colega que lhes parecia tão fria, indiferente e inacessível, é uma escrava em casa.
Também, estariam muita surpresas, as mulheres de certos bairros, organizações ou associações, ao descobrir que uma das mulheres mais populares ou destacadas é uma escrava na intimidade do seu lar.
Avisada por meio de uma palavra em código, dada num inocente telefonema, ela se prepara para seu dono. Ela toma um banho e arruma os cabelos. Ela se produz, se perfuma e quando ele chega, ela o espera, nua e de joelhos, no tapete da escrava, ao pé da cama com a coleira na sua frente. Ela diz: “Saudações, Senhor”. Depois, com a boca, ela apresenta a coleira para que ele possa colocá-la em seu pescoço.
(Blood Brothers of Gor)
Escrito por Sicander às 14h15
Não é simplesmente agradável ter uma escrava, vestí-la de acordo com seu desejo, se quiser permitir que ela se vista, possuí-la quando desejar, fazer com ela o que lhe agrade. É sublime.
O homem que não teve uma escrava não tem a mínima idéia do que pode ser a sexualidade, nem tem a mulher que não pertenceu a um homem.
(Renegades of Gor)
Escrito por Sicander às 18h06
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Cuidar da escrava
- Será que alguns homens cuidam, nem que for um pouco, de suas escravas?
- Certos homens cuidam delas muito mais do que um pouco.
- Mesmo se forem escravas por natureza?
- Essas são as melhores, respondeu ele.
(Kajira of Gor)
Escrito por Sicander às 18h02
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12/12/2007
O que é uma “boa mulher"?
O que é uma “boa mulher"?
Uma que é natural, espontânea, feminina e amorosa ou uma que age em conformidade com certos estereótipos culturais que, geralmente, vêm de mentes doentias e agressivas que tentam impôr, aos outros, as doenças das quais eles não conseguem escapar?
(Blood Brothers of Gor)
Escrito por Sicander às 18h04
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Dono certo
Qualquer mulher que tenha o dono certo será uma escrava maravilhosa.
(Blood Brothers of Gor)
Escrito por Sicander às 17h58
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11/12/2007
Engenheiros da sexualidade
As fêmeas humanas são criaturas muito ricas e maravilhosas. Sua vida sexual e suas emoções são sutis, complexas e profundas.
O homem que acredita que ter sexo com uma mulher é coisa tão curta e sem importância que caiba nos parâmetros de um plano horizontal, da mera estimulação da pele ou que os resultados provém da simples habilidade dos dedos é muito ingênuo. Os engenheiros da sexualidade são deploravelmente ignorantes.
Mesmo seus artistas e seus poetas têm muito que aprender!
As mulheres são imoderadamente preciosas. Elas são tão delicadas, tão bonitas, tão inteligentes e tão carentes. Nenhum homem até agora percebeu as dimensões do amor de uma mulher. Quem pode medir os horizontes do seu coração? Creio que existem poucas coisas mais reais do que aquelas que nos parecem totalmente intangíveis.
(Blood Brothers of Gor)
Escrito por Sicander às 13h07
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Livre companheirismo
Certos Goreanos consideram o Livre Companheirismo uma forma de escravidão contratual, o que, evidentemente, não é correto. Por outro lado, não duvido que muitos casais seriam muito mais felizes se mais mulheres pensassem desta maneira. Com esta interpretação, elas poderiam ser escravizadas contratualmente o que constituiria uma opção substitutiva à escravidão real.
Evidentemente, não há substituto completo e adequado, devido à relação de Dominação/submissão e à ordem da Natureza, para a escravidão total, inegociável e completa da mulher.
Quando isto é institucionalizado e legalizado, como em Gor, ocorre então a união da Natureza com a civilização; a união na qual a civilização não funciona mais como antítese antibiológica da Natureza, mas talvez como uma extensão e floração da própria Natureza; uma união onde relações naturais são implementadas e satisfeitas.
(Blood Brothers of Gor)
Escrito por Sicander às 13h00
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10/12/2007
Escrava secreta
Isso é parecido com a escravidão que, às vezes, existe na Terra, onde uma mulher ao voltar para a casa, se ajoelha e espera por sua coleira.
Os colegas do escritório estariam estupefatos ao descobrir que a sua tão correta e doce colega que lhes parecia tão fria, indiferente e inacessível, é uma escrava em casa.
Também, estariam muita surpresas, as mulheres de certos bairros, organizações ou associações, ao descobrir que uma das mulheres mais populares ou destacadas é uma escrava na intimidade do seu lar.
Avisada por meio de uma palavra em código, dada num inocente telefonema, ela se prepara para seu dono. Ela toma um banho e arruma os cabelos. Ela se produz, se perfuma e quando ele chega, ela o espera, nua e de joelhos, no tapete da escrava, ao pé da cama com a coleira na sua frente. Ela diz: “Saudações, Senhor”. Depois, com a boca, ela apresenta a coleira para que ele possa colocá-la em seu pescoço.
(Blood Brothers of Gor)
Escrito por Sicander às 14h15
Vestimenta da kajira
Vestimenta da kajira
Muitas escravas vestem o camisk comum, uma roupa estreita, parecida com um poncho, um retângulo de tecido geralmente barato, não muito cumprido com uma abertura para a cabeça. É colocado por cima da cabeça e geralmente apertado por duas voltas de corda. Evidentemente, os lados são abertos.
Muitas outras garotas aprendem rapidamente a serem gratas por um pequeno pedaço de tecido em volta do seu peito, amarrado com um nó.
Muitas outras escravas, especialmente na casa dos seus donos, são mantidas nuas.
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 17h37
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Ser atraente
- Sou uma mulher, disse ela, irritada. Gosto de ser atraente para os homens.
- Imagino, então, que você se veste de maneira a ser atraente para os homens.
- Talvez, respondeu, exasperada.
- Aquela que se preocupa com essas coisas, que se veste de certa maneira para ser atraente para os homens, aquela que se veste de certa maneira para agradar aos homens, é, na sua alma, uma escrava.
- Então, todas as mulheres têm almas de escrava, disse ela, irritada.
- Sim, respondi.
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 17h34
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20/12/2007
Insubordinação
A insubordinação por parte de escravas, sob qualquer forma, de qualquer tipo, mesmo que pequena e insignificante, não é aceita por senhores goreanos.
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 13h50
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Escolha difícil
Deve ser uma escolha difícil para uma mulher, a escolha entre a liberdade e o amor.
Players of Gor)
Escrito por Sicander às 13h48
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Obrigação da escrava
A escrava Rowena não era gorda. Era docemente rechonchudinha.
Certamente por meio de uma estrita dieta e de exercícios, ela rapidamente voltará às medidas adequadas à sua estrutura básica dentro dos indiscutíveis padrões da beleza da escrava.
A escrava goreana não é uma mulher livre. Por este motivo, ela deve se manter bonita.
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 13h45
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18/12/2007
Poder da escrava
Às vezes, uma escrava não entende o incrível poder que ela exerce sobre os homens, o que ela pode fazer com um beijo, um olhar, com um sorriso, uma atitude, um toque.
(Kajira of Gor)
Escrito por Sicander às 19h35
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Mulheres agradáveis
Suponho que quase todas as mulheres podem tornar-se agradáveis.
Eu sabia que mesmo as mulheres que, objetivamente, parecem não ter encantos, podiam tornar-se bonitas à medida que suas atitudes mudassem e se tornassem submissas e obedientes à sua feminilidade, nas suas mais profundas emoções.
(Kajira of Gor)
Escrito por Sicander às 19h30
Muitas escravas vestem o camisk comum, uma roupa estreita, parecida com um poncho, um retângulo de tecido geralmente barato, não muito cumprido com uma abertura para a cabeça. É colocado por cima da cabeça e geralmente apertado por duas voltas de corda. Evidentemente, os lados são abertos.
Muitas outras garotas aprendem rapidamente a serem gratas por um pequeno pedaço de tecido em volta do seu peito, amarrado com um nó.
Muitas outras escravas, especialmente na casa dos seus donos, são mantidas nuas.
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 17h37
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Ser atraente
- Sou uma mulher, disse ela, irritada. Gosto de ser atraente para os homens.
- Imagino, então, que você se veste de maneira a ser atraente para os homens.
- Talvez, respondeu, exasperada.
- Aquela que se preocupa com essas coisas, que se veste de certa maneira para ser atraente para os homens, aquela que se veste de certa maneira para agradar aos homens, é, na sua alma, uma escrava.
- Então, todas as mulheres têm almas de escrava, disse ela, irritada.
- Sim, respondi.
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 17h34
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20/12/2007
Insubordinação
A insubordinação por parte de escravas, sob qualquer forma, de qualquer tipo, mesmo que pequena e insignificante, não é aceita por senhores goreanos.
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 13h50
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Escolha difícil
Deve ser uma escolha difícil para uma mulher, a escolha entre a liberdade e o amor.
Players of Gor)
Escrito por Sicander às 13h48
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Obrigação da escrava
A escrava Rowena não era gorda. Era docemente rechonchudinha.
Certamente por meio de uma estrita dieta e de exercícios, ela rapidamente voltará às medidas adequadas à sua estrutura básica dentro dos indiscutíveis padrões da beleza da escrava.
A escrava goreana não é uma mulher livre. Por este motivo, ela deve se manter bonita.
(Players of Gor)
Escrito por Sicander às 13h45
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18/12/2007
Poder da escrava
Às vezes, uma escrava não entende o incrível poder que ela exerce sobre os homens, o que ela pode fazer com um beijo, um olhar, com um sorriso, uma atitude, um toque.
(Kajira of Gor)
Escrito por Sicander às 19h35
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Mulheres agradáveis
Suponho que quase todas as mulheres podem tornar-se agradáveis.
Eu sabia que mesmo as mulheres que, objetivamente, parecem não ter encantos, podiam tornar-se bonitas à medida que suas atitudes mudassem e se tornassem submissas e obedientes à sua feminilidade, nas suas mais profundas emoções.
(Kajira of Gor)
Escrito por Sicander às 19h30
Ilha Gorée – Coincidência?
Existe uma ilha, ao largo da costa ocidental da África chamada "Gorée" ou Goréia.
Esta ilha que pertence hoje ao Senegal, foi durante séculos o ponto de encontro dos que capturavam os negros nas margens da costa e dos rios africanos.
Era para lá que levavam suas cargas humanas onde eram nutridas, pesadas, classificadas e mantidas antes de serem transportadas para os mercados compradores do outro lado do Atlântico.
Foi um dos maiores centros de comércio de escravos do continente, a partir de uma feitoria fundada pelos portugueses que lá chegaram em 1444.
Esse entreposto foi ao longo dos séculos conquistado e administrado por holandeses, ingleses e franceses.
A última casa de custódia foi erguida pelos holandeses em 1776 e existe intacta até hoje.
Pode ser uma mera coincidência, mas estou convencido, pela vasta cultura e pelos conhecimentos históricos demonstrados pelo John Norman em sua obra, que foi esta ilha que lhe inspirou o nome da Contra-Terra.
Em 1978, a ilha Goréia foi declarada patrimônio da humanidade pela Unesco e existe um site onde é possível ver fotografias e fazer um passeio virtual de 10 minutos na casa dos escravos.
www.webworld.unesco.org/goree
www.pt.wikipedia.org/wiki/Gorée
www.en.wikipedia.org/wiki/Gorée
Escrito por Sicander às 12h18
Esta ilha que pertence hoje ao Senegal, foi durante séculos o ponto de encontro dos que capturavam os negros nas margens da costa e dos rios africanos.
Era para lá que levavam suas cargas humanas onde eram nutridas, pesadas, classificadas e mantidas antes de serem transportadas para os mercados compradores do outro lado do Atlântico.
Foi um dos maiores centros de comércio de escravos do continente, a partir de uma feitoria fundada pelos portugueses que lá chegaram em 1444.
Esse entreposto foi ao longo dos séculos conquistado e administrado por holandeses, ingleses e franceses.
A última casa de custódia foi erguida pelos holandeses em 1776 e existe intacta até hoje.
Pode ser uma mera coincidência, mas estou convencido, pela vasta cultura e pelos conhecimentos históricos demonstrados pelo John Norman em sua obra, que foi esta ilha que lhe inspirou o nome da Contra-Terra.
Em 1978, a ilha Goréia foi declarada patrimônio da humanidade pela Unesco e existe um site onde é possível ver fotografias e fazer um passeio virtual de 10 minutos na casa dos escravos.
www.webworld.unesco.org/goree
www.pt.wikipedia.org/wiki/Gorée
www.en.wikipedia.org/wiki/Gorée
Escrito por Sicander às 12h18
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